terça-feira, 18 de maio de 2010

A LETRA "P" - Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso...


O cara que escreveu isso é bom em português, mas deve ser maluco e dispõe de muito tempo.

- Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

- Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

- Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

- Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos pela perifiria, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

- Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

- Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.

- Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

- Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

- Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

- Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pequenas pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo Pereceu pintando... '

- Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer:

'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma.

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sábado, 15 de maio de 2010

- Porra esse Boy, periquito, tá reclamando de que?

- Porra esse Boy periquito tá reclamando de que? Esse merda não conhece nada ainda, kkkkk, imagina se eu fosse falar aki tb, mais de vinte anos de sofrimento, o dobro do tempo dele só na graduação de cabo, daria pra mim escrever um livro. Esse veado tem que saber que estamos nessa merda de forças armadas pq precisamos da micharia que nos é paga e que se foda os oficiais, enfiem a mordomia de bordo no... deles...Abração CB-FN-ES LEAL...

- E olha que esse otário não foi soldado e nem cabo, acho que se fosse já teria se suicidado... Esses são os que tiram 30 anos e depois pedem mais cinco pra engarrafar a fila, vai enganar caral... kkkkkkkkkk...
Carta do Terceiro Sargento do EB
"Sou 3º sargento do Exército Brasileiro e assim como os outros companheiros de turma,  327 ao todo, ando meio desmotivado com minha profissão. 
Minha família ficou tão orgulhosa quando fui aprovado num concurso onde a concorrência se encontrava na casa de 70 inscritos para uma vaga que hoje sinto vergonha de dizer que estou estudando para trabalhar como atendente da Caixa Econômica Federal.  Se nada mudar a nosso favor é isso que vai acontecer, pois acredito no meu potencial, e, digo mais, isso é o que vai acontecer com a maioria dos sargentos da minha turma e de outras também.  Claro, alguns vão por caminhos diferentes, concursos diferentes, mas todos esses caminhos os presentearão com um pouco mais de dignidade no trabalho.
Camaradas, parece haver um exagero ao dizer que 327 sargentos de uma única turma não se sentem motivados a deixarem as suas famílias e irem defender o seu país, e agora lhes digo, não é exagero. Quer dizer, me desculpem, realmente exagerei, pois 2 dos 327 morreram. Um fora da atividade militar e outro no terremoto do Haiti. 
Bem, o descontentamento é geral, incluindo-se aí o universo das praças das três forças. Todo ser humano em sã consciência quer se sentir respeitado, quer seja no trabalho, ou na sua vida social. Não poderia ser diferente no glorioso Exército Brasileiro. Eu quero ser respeitado pela minha instituição, já que na sua formação, em Guararapes, lá por meados de 1600, esse mesmo exército impôs respeito à outra nação e ajudou a manter a dignidade do recém formado povo brasileiro frente aos holandeses. Porque ele não me dá a mesma coisa agora? Já que assim como aqueles que deram a vida pela pátria em Guararapes eu também ofereço a minha pela nação. 
A máquina é velha, anda enferrujada e sem perspectiva de melhorias. Para complicar ainda mais a situação, essa mesma máquina velha e enferrujada bateu, estuprou e privou de direitos as pessoas que hoje comandam o país (Fudeu!!! Me desculpem a expressão), daí vem o revanchismo que nos atola cada vez mais nessa lama verde-oliva. (Olha Dilminha aí geeenteee!!!)
A primeira coisa que te colocam na cabeça quando se entra no EB é que nos somos homens da pátria, mas acho que pútria cairia melhor. Que temos que lhe oferecer dedicação exclusiva e durante 24 horas do dia, que nossa farda é também nossa segunda pele e que a posição do exército em nossa vida está somente abaixo da de Deus ( acho que o capitão que me disse isso não tinha família). Esses são os argumentos para os nossos super-homens tentarem nos transformar em marionetes camuflados.
A Polícia Militar de todos os estados da federação já abriram os olhos e viram que a melhor maneira de motivar seus homens é dando-lhes direitos trabalhistas. Nas PMs um soldado depois que tira seu serviço de 24 hs tem direito a descansar 72 hs (e ele merece até mais). Enquanto isso, em qualquer quartel do EB de qualquer unidade da federação, um Sargento com 1 ano e meio de formação, tira o seu serviço e no outro dia tem que cumprir expediente normalmente durante todos os dias da semana, como se ele tivesse dormido na sua confortável casa do lado da sua linda esposa e seus adoráveis filhos. É isso mesmo, nós trabalhamos por 36 hs e não temos descanso algum. 
Acho que essa questão do serviço nunca vai melhorar, já que quem fez o regulamento passou pouco tempo na tropa tirando quarto de hora e nunca tirou mais de um serviço por semana. Mas penso que o RISG (Regulamento dos Serviços Gerais) nos seria um pouco mais generoso se tivesse sido redigido numa guarda de quartel  com uniforme completo e sem estar numa sala com ar-condicionado bufando.
Além disso, tem a questão da dedicação integral, que deixa margem para que mais uma vez nossos comandantes façam o que quiserem conosco. Deixem-me exemplificar: se minha unidade vai receber a visita de um general, meu cmt pode, dependendo principalmente do seu grau de puxa-saquismo (A maioria é nota 10 nesse atributo), fazer com que o expediente que era de 8 hs diárias passe para 10 hs ou até mais. P’ra que isso? Para o soldado brasileiro transformar o aquartelamento em uma unidade do exército americano, tudo isso em menos de uma semana. Para ficar mais didático, o Cmt de OM estará  amparado se fizer com que seus comandados apresentem-se às 5 horas da manhã todos os dias para treinar um desfile armado ao som de “atirei o pau no gato” para cantar no dia do aniversário do seu filho de 2 anos. Tem como ficar contente com uma situação dessas? Você ta rindo porque não é com você!
Concordo com a dedicação integral, entretanto somente nos casos especiais como guerra, calamidade pública, estado de sítio, intervenção e etc, mas em tempo de paz eu ter que sacrificar o meu descanso para satisfazer o ego do meu cmt é no mínimo ridículo. Vamos parar de brincar de guerra!!! 
O sistema é falho, e me faz pensar que eu não mereço passar por certos eventos. Por exemplo: eu, hoje 3º Sgt de Infantaria, com cinco anos de serviço, fui aprovado num concurso público um tanto quanto concorrido, passei 10 meses na ESA (Agora é 1 ano e meio), em Três Corações-MG, em regime de internato e só saia nos fins de semana recebo ordens de um camarada de se diz militar, formado em 3 meses de serviço, sem concurso de admissão e ganha o dobro que eu só porque quando ele foi se alistar apresentou um comprovante que freqüentava uma faculdade particular de 3ª categoria. Ah se eu soubesse disso na época do meu alistamento!!!
Meus superiores dizem que aqui na força é o melhor lugar do mundo para se trabalhar porque temos ótima comida, alojamentos gratuitos, plano de saúde de boa qualidade, atividade física durante o expediente, um plano de carreira descente e outras mentiras. Meus Cmts, comida deliciosa no exército só vi na AMAN,  quando passei alguns dias por lá em uma operação.Era todinho no café da manhã, cardápios variados no almoço e a janta nem se fala, uma delícia realmente. Lá sim, mas na grande maioria do país vocês não levariam suas famílias para jantar numa unidade do Exército. 
Alojamentos gratuitos  eu não preciso nem comentar, ou alguém se habilita a dormir num lugar onde a luz é desligada as 22 hs, não pode mais fazer barulho e tem que acordar as 6 h da manhã por um toque de corneta desgraçado.
Plano de saúde de boa qualidade é sacanagem. Primeiro o FUSEX não cobre tudo que outros cobrem, tenho que pagar 20% das despesas médicas-hospitalares. Segundo, não posso ser atendido pelo plano em todo lugar do país. Isso para mim basta para dizer que é um plano muito ruim. 
Já o treinamento físico durante o expediente eu não posso negar que é muito bom para minha saúde, a não ser quando na segunda a gente tem um corridão, na terça outro corridão, na quarta outro e assim sucessivamente durante o resto do meu mês. (Haja paciência e joelho).
Do plano de carreira eu só preciso dizer que sou sargento faz cinco anos e ainda faltam três ou quatro anos para que eu seja promovido a digníssima graduação de segundo sargento (vou ganhar R$ 200 e poucos reais a mais. Ôbaaaa!!!!). Já são dois anos que ouço meu avô me perguntando se eu já sou capitão (kkkkkk). Coitado do meu avô e coitado de mim!
Pessoal, se eu tivesse mais tempo escreveria mais um pouco, mas agora tenho que fazer ronda no quartel, estou de serviço. 
Aconselho os meus amigos de turma e de profissão (se é que isso é profissão) a estudar muito, tempos mais difíceis virão e fazendo uma paródia com aquela música de Raul Seixas, não podemos ficar sentados no trono de uma guarda esperando a reserva chegar.
Bons estudos e o último que sair do Exército façam um derradeiro favor à pátria, apague a luz.
Pátria! Brasil!"
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sábado, 20 de março de 2010

Goiânia é a cidade mais desigual do Brasil

ONU revela que 5 capitais brasileiras têm grande diferença entre ricos e pobres

Cinco cidades brasileiras estão entre as 20 mais desiguais do mundo. Relatório apresentado ontem na abertura do V Forum Urbano Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU), no Rio, revela que Goiânia (10ª), Belo Horizonte (13ª), Fortaleza (13ª), Brasília (16ª) e Curitiba (17ª) são as que apresentam as maiores diferenças de renda entre ricos e pobres no País.

O documento "O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o Urbano Dividido" também informa que o Brasil é o país com a maior distância social na América Latina. O Rio, na 28ª posição, e São Paulo, na 39ª, também são cidades com alto índice de desigualdade, de acordo com o relatório.

Nove municípios na África do Sul lideram o ranking. As capitais da Nigéria, Etiópia, Colômbia, Quênia e Lesoto também estão entre as mais desiguais. No total, 138 cidades de 63 países em desenvolvimento foram analisadas. O relatório baseia suas conclusões no coeficiente Gini - cujos indicadores medem a concentração de renda de um país.

Na avaliação do coordenador do relatório e diretor do Centro de Estudos e Monitoramentos das Cidades do Programa da ONU para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), o mexicano Eduardo Lopez Moreno, existe vínculo direto entre desigualdade e criminalidade. Mais do que custos sociais, o abismo entre ricos e pobres também provoca prejuízos econômicos. "Estatisticamente, existe sim um vínculo. É muito possível que a cidade mais desigual gere muito mais facilmente distúrbios e problemas sociais. As autoridades desses países vão deslocar recursos que deveriam ir para investimentos para conter esses movimentos sociais. O custo social acaba se traduzindo em custo econômico", afirmou Moreno.

Em termos de favelização, o estudo da ONU apresenta resultados paradoxais para o Brasil. Apesar de ter sido o país que apresentou o maior número absoluto de pessoas que deixaram de viver em condições de favelização na América Latina - 10,4 milhões -, a pesquisa mostrou que o desempenho relativo ficou abaixo dos vizinhos. Enquanto as condições de moradia melhoraram para 16% da população brasileira, esse índice ficou em 40,7% na Argentina, 39,7% na Colômbia, 27,6% no México e 21,9% no Peru.

As estimativas apresentadas na pesquisa são de que mais de 227 milhões de pessoas no mundo deixaram de viver em regiões faveladas desde 2000. Isso representa uma evolução 2,2 vezes maior do que o estimado nas Metas de Desenvolvimento do Milênio, que haviam estabelecido o objetivo de melhorar as condições de habitação de 100 milhões de pessoas até 2020.

"A situação melhorou em dez anos, mas, infelizmente, no mesmo período o aumento dos pobres urbanos é de 55 milhões", disse Anna Tibaijuka, diretora-executiva do ONU-Habitat. De acordo com a metodologia da pesquisa, deixar de viver em condição de favelização não significa necessariamente mudança de residência ou remoção de comunidade. Acesso a saneamento básico e água potável, o material utilizado nas moradias e a densidade das residências são os índices para avaliar se uma região é ou não favelada.

Para Moreno, o Brasil deve apresentar melhora de seus índices nos próximos anos por conta de programas governamentais de habitação e transferência de renda. "Bolsa-Família" e Minha Casa, Minha Vida são programas muito novos. É impossível medir agora porque essas mudanças têm uma evolução histórica. Elas vão mostrar em cinco anos os seus resultados", avaliou.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100320/not_imp526930,0.php

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Equiparação com a Policia Militar e Bombeiros do DF! ......


DECISÃO

Militar reformado das Forças Armadas não consegue equiparação com policial militar do DF.

Militar das Forças Armadas, reformado com proventos de 2º Tenente do Exército Brasileiro, não consegue a equiparação dos seus proventos com os dos policiais militares do Distrito Federal. A decisão, unânime, é da Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No caso, o militar entrou com um mandado de segurança contra ato supostamente ilegal do ministro de Estado da Defesa, baseado no pagamento de seus vencimentos em desacordo com as disposições do Decreto 667/1969.

Alegou que, apesar da previsão do artigo 24 do Decreto 667/1969, de que a remuneração dos policiais militares não pode ultrapassar, dentro do posto e graduações, os das Forças Armadas, o ministro da Defesa conferiu aumento salarial aos primeiros e não fez o mesmo com os segundos.

Afirmou, também, que há adequação orçamentária para tanto, uma vez que a Lei 10.491/2004 incluiu a carreira militar das Forças Armadas entre aquelas que poderiam receber aumento de remuneração, ao passo que a Lei 10.946/2004 abriu crédito suplementar necessário ao
reajustamento dos soldos, vencimentos e pensões.

Pediu, assim, no STJ, a equiparação dos seus proventos com os dos policiais militares do DF, bem como o pagamento da diferença dos atrasados referentes aos últimos cinco anos, com juros e correção monetária.

Em seu voto, o relator, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, destacou que a Constituição Federal autoriza a estipulação de diferenças remuneratórias entre os militares das Forças Armadas e os policiais militares estaduais, além de proibir a equiparação de vencimentos de servidores públicos.

“A Carta Magna de 1988 consagra a autonomia dos Estados Federados quanto à remuneração das respectivas polícias militares e bombeiros militares, em apreço às diferenças interestaduais próprias do sistema federativo moderno”, afirmou o ministro. 

Agora só resta o povo acordar para a realidade do prejuizo que a NAÇÃO vive neste exato momento onde bandidos estão literalmente LIMPANDO os cofres...

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Falando de Overland4x4, Off-Road e assuntos automotivos https://youtu.be/sD9w03uvH18